sexta-feira, 28 de maio de 2010
E o fututo a nós pertence
Meu professor de sociologia, tá com um projeto na minha sala em que nós temos que produzir um texto argumentativo todo mês abordando assuntos atuais e polêmicos. Eu já fiz dois, um sobre aquecimento global e o outro sobre a violência do Rio de Janeiro, nos dois textos eu não pude deixar de perceber em como o mundo tá ferrado e como ele vai piorar se continuar dessa forma. Eu acredito que o ser humano possa mudar isso, acredito que possamos resolver esses grandes problemas mas está ficando tarde, muito tarde. As pessoas só pensam no presente, nelas mesmas e no lucro,e as coisas estão cada vez piorando mais, isso me assusta, é sério. E aí, quando penso no mundo que meus filhos vão viver, o tipo de pessoa com quem eles vão conviver, o ambiente em que eles vão estar, eu não consigo visualizar isso de uma boa maneira. Toda essa violência, pobreza, fome, poluição, falta de compaixão com o próximo, drogas, faz com que as pessoas se esqueçam do que é bom de verdade, pelo o que vale a pena lutar e principalmente, o quão importante é para todos nós, nos preocuparmos com o outro. Pode ser que toda geração tenha tido essa preocupação, e acho que as gerações futuras terão mais motivos para se preocuparem. Apesar do grande desenvolvimento tecnológico, das grandes descobertas, das muitas maneiras em que conseguimos tornar algo que julgávamos impossível em possível, ainda tenho uma sensação de que a humanidade está regredindo, está regredindo na questão humana, estamos desaprendendo a ter respeito pelo próximo, ficando cada vez mais individualistas, mais violentos. É como um ciclo, chegaremos a certo ponto que será o nosso ápice, o nosso limite, e a partir daí vamos nos "auto-destruir". Não estou tentando criar um teoria do fim da humanidade ou sendo exagerada, é só o que parece. E dessa vez, eu espero estar errada.
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